Sentir tontura pode ser bastante desconfortável, especialmente quando o episódio aparece de forma inesperada. Durante a menopausa e a transição que a antecede, algumas mulheres relatam sensação de desequilíbrio, cabeça leve, instabilidade ou até a impressão de que o ambiente está girando.
A tontura, porém, não deve ser automaticamente atribuída à menopausa.
Ela pode estar relacionada a diferentes situações, desde desidratação e alterações da pressão arterial até problemas do ouvido interno, enxaqueca, ansiedade, efeitos de medicamentos ou outras condições que precisam de avaliação.
A própria The Menopause Society reconhece tontura ou sensação de cabeça leve entre sintomas relatados por mulheres durante a transição menopausal, mas os sintomas da menopausa variam bastante de uma pessoa para outra.
Por isso, entender as possíveis causas e saber quando procurar ajuda é importante.
O que é exatamente a tontura?
“Tontura” é uma palavra utilizada para descrever sensações diferentes.
Algumas pessoas sentem:
- cabeça leve;
- sensação de que vão desmaiar;
- instabilidade ao caminhar;
- perda momentânea do equilíbrio;
- sensação de estar flutuando;
- impressão de que o ambiente está girando.
Quando existe a sensação de que tudo está girando, o termo vertigem costuma ser utilizado.
Essa distinção é importante porque causas diferentes podem produzir sensações diferentes.
O NHS destaca que tontura pode significar sensação de desequilíbrio, fraqueza ou desmaio, ou ainda a impressão de que a pessoa ou o ambiente está girando.
A menopausa pode causar tontura?
Pode existir uma relação, mas ela não deve ser simplificada.
Durante a transição menopausal acontecem mudanças hormonais que podem vir acompanhadas de diversos sintomas. Algumas mulheres relatam tontura ou sensação de cabeça leve durante esse período.
Entretanto, isso não significa que toda tontura em uma mulher de 45 ou 50 anos seja causada pelos hormônios.
Esse é um ponto especialmente importante.
A tontura pode ter várias origens e, quando é recorrente, intensa ou acompanhada de outros sintomas, merece investigação.
Como as mudanças hormonais podem estar relacionadas?
A transição para a menopausa envolve oscilações e posterior redução dos níveis de estrogênio.
Essas mudanças podem estar associadas a sintomas como:
- ondas de calor;
- alterações do sono;
- mudanças de humor;
- dores de cabeça;
- palpitações;
- fadiga;
- alterações na percepção do bem-estar.
Em algumas mulheres, tontura ou sensação de cabeça leve também pode aparecer nesse conjunto de sintomas.
Entretanto, a relação entre alterações hormonais e tontura é complexa.
Por isso, não é adequado considerar a menopausa como diagnóstico automático para um episódio de tontura.
Tontura e ondas de calor podem aparecer juntas?
Podem.
Uma mulher pode experimentar uma onda de calor acompanhada de suor, sensação de fraqueza ou desconforto e interpretar a experiência como tontura.
Além disso, durante um episódio intenso de calor, algumas pessoas podem sentir-se momentaneamente indispostas.
Isso não significa que toda tontura associada a uma onda de calor seja necessariamente causada pelo próprio episódio.
Se os episódios forem frequentes, intensos ou estiverem piorando, vale conversar com um profissional de saúde.
Desidratação pode causar tontura
Essa é uma possibilidade bastante comum.
A falta de líquidos pode contribuir para sintomas como:
- tontura;
- fraqueza;
- dor de cabeça;
- cansaço;
- sensação de boca seca.
Durante a menopausa, algumas mulheres apresentam episódios de suor intenso relacionados às ondas de calor.
Em determinadas situações, isso pode aumentar a necessidade de reposição de líquidos.
O NHS recomenda manter uma boa hidratação quando a pessoa está sentindo tontura e também orienta levantar-se lentamente e evitar movimentos bruscos.
Pressão baixa também pode estar envolvida
Algumas pessoas apresentam tontura principalmente quando se levantam rapidamente depois de estar sentadas ou deitadas.
Isso pode acontecer devido a uma queda temporária da pressão arterial conhecida como hipotensão postural ou ortostática.
A sensação pode incluir:
- cabeça leve;
- visão escurecendo;
- fraqueza;
- instabilidade;
- sensação de desmaio.
O NHS inclui a queda da pressão ao mudar de posição entre as possíveis causas de tontura.
Se isso acontece repetidamente, é importante investigar.
E pressão alta pode causar tontura?
A hipertensão geralmente não provoca sintomas específicos.
Por isso, não é seguro concluir que uma pessoa está com pressão alta apenas porque sentiu tontura.
Da mesma forma, não se deve utilizar a tontura como uma forma de “medir” a pressão.
Se houver preocupação, a melhor maneira de saber é realizar a medição adequada e discutir o resultado com um profissional de saúde.
Problemas do ouvido interno podem provocar vertigem
O ouvido interno participa diretamente do sistema responsável pelo equilíbrio.
Alterações nessa região podem provocar vertigem, sensação de instabilidade e, em alguns casos, náuseas.
Algumas condições podem apresentar:
- sensação de que o ambiente está girando;
- dificuldade para caminhar;
- náusea;
- zumbido;
- alterações auditivas.
O NHS cita problemas do ouvido interno entre as possíveis causas de tontura e vertigem.
Quando a tontura vem acompanhada de alterações auditivas ou zumbido, uma avaliação médica pode ser especialmente importante.
Enxaqueca também pode causar tontura
A enxaqueca não precisa aparecer apenas como uma dor de cabeça intensa.
Algumas pessoas apresentam sintomas relacionados ao equilíbrio e à percepção do movimento.
A tontura também pode ocorrer durante episódios de enxaqueca ou em quadros específicos relacionados à enxaqueca.
O NHS inclui a enxaqueca entre as possíveis causas de tontura.
Mulheres que já apresentam histórico de enxaqueca podem perceber mudanças no padrão das crises durante a transição menopausal.
Se as dores de cabeça ou episódios de tontura mudarem significativamente, é recomendável procurar avaliação.
Ansiedade e estresse podem contribuir?
Podem.
A menopausa pode coincidir com um período de mudanças físicas, emocionais e sociais.
Alterações no sono, ondas de calor, preocupações pessoais e outros fatores podem aumentar o estresse.
Em algumas pessoas, ansiedade pode estar associada a sensações como:
- cabeça leve;
- respiração acelerada;
- sensação de instabilidade;
- palpitações;
- formigamento;
- sensação de estar desconectada do ambiente.
Isso não significa que a tontura seja “apenas emocional”.
Uma causa física deve ser considerada quando os episódios são novos, persistentes ou diferentes do habitual.
Alterações do sono podem contribuir para a sensação de tontura?
O sono inadequado pode afetar a disposição, concentração e percepção de bem-estar.
Durante a menopausa, alterações do sono são relativamente comuns e podem estar relacionadas a ondas de calor, suor noturno e outras mudanças.
Uma noite mal dormida não significa necessariamente que uma pessoa ficará tonta.
Porém, privação de sono associada a outros fatores pode contribuir para uma sensação geral de indisposição.
Se os problemas de sono forem frequentes, também vale investigá-los.
Medicamentos podem provocar tontura
Esse é outro ponto que não deve ser ignorado.
Alguns medicamentos podem causar tontura ou sensação de cabeça leve como efeito adverso.
Isso pode acontecer especialmente após:
- iniciar um novo medicamento;
- aumentar uma dose;
- combinar medicamentos;
- modificar horários;
- utilizar determinados medicamentos que afetam a pressão ou o sistema nervoso.
O NHS cita efeitos colaterais de medicamentos entre as possíveis causas de tontura.
Se a tontura começou depois de uma mudança no tratamento, informe o profissional responsável.
Não interrompa medicamentos por conta própria.
Falta de alimentação pode causar sensação de fraqueza?
Longos períodos sem comer podem contribuir para sensação de fraqueza ou mal-estar em algumas pessoas.
Isso é especialmente relevante para mulheres que possuem diabetes e utilizam medicamentos capazes de reduzir a glicose no sangue.
O NHS inclui hipoglicemia entre as possíveis causas de tontura.
Por isso, pessoas com diabetes que apresentam episódios recorrentes devem discutir esses sintomas com sua equipe de saúde.
Anemia também pode estar relacionada?
Sim.
A anemia pode causar sintomas como:
- cansaço;
- fraqueza;
- falta de ar;
- palpitações;
- sensação de cabeça leve.
O NHS cita deficiência de ferro e anemia entre possíveis causas de tontura.
Após a menopausa estabelecida, a mulher deixa de menstruar. Porém, durante a perimenopausa, os ciclos ainda podem acontecer e algumas mulheres apresentam sangramentos mais intensos ou irregulares.
Sangramentos importantes devem ser avaliados.
Além disso, anemia possui várias possíveis causas e não deve ser diagnosticada apenas pela presença de tontura.
Tontura pode estar relacionada ao coração?
Em algumas situações, sim.
Alterações cardiovasculares podem provocar sensação de fraqueza, tontura ou quase desmaio.
Isso pode acontecer, por exemplo, quando existe alteração importante da pressão ou do ritmo cardíaco.
A American Stroke Association também alerta que tontura ou sensação de cabeça leve pode aparecer em situações cardiovasculares graves, especialmente quando acompanhada de outros sintomas.
Por isso, episódios recorrentes associados a palpitações, desmaio, dor no peito ou falta de ar merecem avaliação médica.
Como diferenciar tontura de vertigem?
Uma maneira simples de pensar é:
Tontura: sensação de cabeça leve, instabilidade ou de que pode ocorrer um desmaio.
Vertigem: sensação de que você ou o ambiente está girando.
Nem sempre a pessoa consegue descrever perfeitamente o que está sentindo.
Por isso, durante uma consulta, pode ser útil explicar:
- quando começou;
- quanto tempo durou;
- o que estava fazendo;
- se estava em pé ou deitada;
- se o ambiente parecia girar;
- se houve náusea;
- se houve alteração da visão;
- se houve zumbido;
- se houve palpitação;
- se houve dor de cabeça.
Essas informações ajudam na investigação.
Quando a tontura deve ser investigada?
É recomendável buscar avaliação profissional quando a tontura:
- aparece repetidamente;
- está piorando;
- dura muito tempo;
- interfere nas atividades diárias;
- causa quedas;
- vem acompanhada de perda de audição;
- aparece com zumbido;
- está associada a desmaios;
- vem acompanhada de palpitações;
- ocorre com alterações da visão;
- aparece junto com dores de cabeça diferentes do habitual.
O NHS recomenda procurar avaliação quando a tontura não desaparece, volta repetidamente ou vem acompanhada de sintomas como alterações visuais, fraqueza, dormência, desmaio ou alterações do pulso.
Quando a tontura é uma emergência?
Essa é uma das partes mais importantes deste artigo.
Tontura súbita associada a sinais neurológicos pode representar uma emergência médica.
A American Stroke Association utiliza o método B.E. F.A.S.T. para reconhecer sinais de acidente vascular cerebral:
B — Balance: perda súbita de equilíbrio ou dificuldade para caminhar.
E — Eyes: alteração súbita da visão.
F — Face: queda ou dormência em um lado do rosto.
A — Arm: fraqueza ou dormência em um braço.
S — Speech: dificuldade para falar ou entender.
T — Time: tempo de procurar atendimento de emergência.
Se a tontura surgir repentinamente junto com qualquer um desses sinais, não espere para ver se passa.
Mesmo que os sintomas desapareçam rapidamente, ainda é necessário procurar atendimento urgente, pois um ataque isquêmico transitório (AIT/TIA) pode apresentar sintomas temporários.
Tontura acompanhada de dor no peito também merece atenção
Se a tontura vier acompanhada de:
- pressão ou dor no peito;
- falta de ar;
- suor frio;
- náusea importante;
- dor no braço;
- dor nas costas;
- dor no pescoço ou mandíbula;
- desmaio;
é importante procurar atendimento de emergência.
A American Stroke Association destaca que mulheres podem apresentar sintomas de infarto que incluem falta de ar, náusea, suor frio e sensação de cabeça leve, além do desconforto no peito.
O que fazer durante um episódio de tontura?
Se a tontura aparecer e não houver sinais de emergência, algumas medidas simples podem ajudar a reduzir o risco de queda:
Sente-se ou deite-se
Evite permanecer em pé enquanto estiver instável.
Levante-se lentamente
Ao sair da cama ou de uma cadeira, faça isso gradualmente.
Hidrate-se
Beba água, especialmente se houver possibilidade de desidratação.
Evite dirigir
Não conduza veículos enquanto estiver com tontura.
Evite escadas e máquinas
Até que o episódio passe completamente, priorize sua segurança.
Essas orientações são compatíveis com recomendações do NHS para pessoas que estão sentindo tontura.
Existe alguma forma de prevenir a tontura?
Nem sempre é possível prevenir, porque a causa pode ser uma condição que precisa de tratamento específico.
Mas alguns hábitos podem ajudar a reduzir determinados gatilhos:
- manter boa hidratação;
- evitar longos períodos sem alimentação quando isso provoca sintomas;
- levantar-se lentamente;
- dormir adequadamente;
- moderar álcool;
- observar se excesso de cafeína piora os sintomas;
- praticar atividade física de forma segura;
- controlar pressão e glicemia quando necessário;
- revisar medicamentos com o profissional de saúde.
O mais importante é identificar qual é a causa da tontura.
Vale a pena anotar os episódios?
Sim.
Um pequeno diário pode ser muito útil.
Anote:
Data: quando aconteceu.
Horário: manhã, tarde ou noite.
Duração: segundos, minutos ou horas.
Sensação: cabeça leve, desequilíbrio ou ambiente girando.
Posição: deitada, sentada ou em pé.
Alimentação: havia passado muito tempo sem comer?
Hidratação: havia consumido água normalmente?
Sintomas associados: dor de cabeça, náusea, palpitação, zumbido, alteração visual etc.
Medicamentos: houve alguma mudança recente?
Essas informações podem ajudar o profissional de saúde a identificar padrões.
Quais profissionais podem investigar a tontura?
Depende da suspeita.
A avaliação inicial pode ser realizada por um médico clínico geral, médico de família ou ginecologista.
Dependendo dos sintomas, podem ser necessários profissionais de outras áreas, como:
- otorrinolaringologista;
- neurologista;
- cardiologista;
- endocrinologista.
Não existe um único especialista indicado para todas as situações.
A investigação depende das características do episódio.
Exames podem ser necessários?
Dependendo do caso, o profissional pode avaliar:
- pressão arterial;
- frequência cardíaca;
- glicemia;
- hemograma;
- ferro e outros exames laboratoriais;
- audição;
- equilíbrio;
- medicamentos utilizados;
- histórico médico.
Em determinadas situações, exames cardíacos ou neurológicos podem ser necessários.
Não existe um “exame da menopausa” capaz de explicar automaticamente todos os episódios de tontura.
Tontura significa falta de alguma vitamina?
Não necessariamente.
É comum encontrar informações na internet relacionando tontura a várias deficiências nutricionais.
Algumas deficiências podem realmente provocar sintomas neurológicos ou anemia, mas isso não significa que toda tontura seja causada por falta de vitamina.
Tomar suplementos por conta própria pode atrasar a investigação da causa real.
O ideal é realizar avaliação quando os episódios são persistentes ou recorrentes e utilizar suplementação somente quando houver indicação.
A tontura pode desaparecer sozinha?
Pode.
Alguns episódios são temporários e podem desaparecer quando o fator desencadeante é corrigido.
Por exemplo, tontura relacionada a desidratação ou mudança brusca de posição pode melhorar rapidamente.
Mas a melhora não significa necessariamente que a causa esteja identificada.
Se o sintoma retorna frequentemente, vale investigar.
Menopausa ou outra causa: como saber?
Essa é justamente a questão.
Uma mulher de 48 anos pode estar na menopausa e apresentar tontura.
Mas ela também pode ter:
- desidratação;
- pressão baixa;
- enxaqueca;
- alteração do ouvido interno;
- anemia;
- efeito de medicamento;
- alteração da glicose;
- ansiedade;
- problema cardiovascular;
- outra condição.
Por isso, a pergunta mais importante não é apenas:
“A menopausa causa tontura?”
Mas sim:
“O que está causando minha tontura?”
Essa mudança de perspectiva ajuda a evitar que sintomas importantes sejam ignorados.
O que vale observar quando a tontura aparece
É tentador atribuir qualquer episódio de tontura aos hormônios da menopausa, principalmente quando outros sintomas estão acontecendo ao mesmo tempo. Mas essa associação precisa ser feita com cuidado.
Na prática, vale observar como a tontura acontece, quanto tempo dura e se aparece acompanhada de outros sintomas. Sentir a cabeça leve ao levantar, por exemplo, é diferente de ter a sensação de que o ambiente está girando. Da mesma forma, tontura acompanhada de palpitações, alteração da visão, perda de equilíbrio importante ou desmaio merece uma atenção diferente de um episódio leve e passageiro.
Outro ponto importante é considerar fatores que podem ocorrer simultaneamente nessa fase, como alterações do sono, desidratação, mudanças na alimentação, ansiedade, pressão arterial ou uso de medicamentos. Por isso, antes de concluir que a causa é exclusivamente hormonal, observar o padrão dos episódios pode ajudar bastante.
A melhor abordagem não é ignorar a tontura nem assumir automaticamente que ela faz parte da menopausa: é entender o contexto em que ela aparece e reconhecer quando o sintoma precisa de investigação profissional.
Conclusão
A tontura pode aparecer durante a transição menopausal e algumas mulheres relatam sensação de cabeça leve, instabilidade ou vertigem nessa fase. Entretanto, não é correto considerar automaticamente que toda tontura seja consequência das alterações hormonais.
Desidratação, alterações da pressão arterial, problemas do ouvido interno, enxaqueca, ansiedade, anemia, alterações da glicose e efeitos de medicamentos estão entre as diversas possibilidades que podem provocar o sintoma.
Quando a tontura é recorrente, persistente, intensa ou interfere na rotina, uma avaliação profissional pode ajudar a identificar a causa.
E existe uma situação que exige atenção especial: tontura súbita acompanhada de perda de equilíbrio, alteração da visão, fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar ou queda de um lado do rosto pode ser sinal de AVC e requer atendimento de emergência imediato.
Portanto, durante a menopausa, cuidar da saúde também significa aprender a diferenciar sintomas que podem ser comuns daqueles que precisam ser investigados.
Não ignore uma tontura nova ou diferente do habitual apenas porque está passando pela menopausa.
Referências
- The Menopause Society — Symptoms: informações sobre sintomas e variações durante a transição menopausal.
- The Menopause Society — Nonhormone Therapy Position Statement: documento científico sobre sintomas e tratamentos não hormonais relacionados à menopausa.
- NHS — Dizziness: causas possíveis, cuidados iniciais e sinais que indicam necessidade de avaliação.
- American Stroke Association — Stroke Symptoms and Warning Signs: sinais de alerta para AVC, incluindo perda de equilíbrio e tontura súbita.
- American Stroke Association — Stroke, TIA and Warning Signs: informações sobre AVC e ataque isquêmico transitório.
- American Stroke Association — Heart Attack Symptoms in Women: sinais de alerta de ataque cardíaco em mulheres.
Aviso: Este conteúdo tem finalidade exclusivamente educativa e não substitui consulta, diagnóstico ou orientação individualizada de médico ou outro profissional de saúde. A tontura pode ter diversas causas, e a menopausa não deve ser considerada automaticamente como explicação para o sintoma. Procure avaliação profissional se a tontura for recorrente, persistente, intensa ou acompanhada de outros sintomas. Em caso de tontura súbita associada a dificuldade para falar, alteração da visão, perda de equilíbrio, fraqueza ou dormência em um lado do corpo, desmaio, dor no peito ou falta de ar intensa, procure atendimento de emergência imediatamente.